Nova regra para veículos ciclomotores estabelece exigência de uso documentação como a CNH e equipamentos obrigatórios para cada categoria
Carteira Nacional de HabilitaçãoFoto: Freepik/ND
A partir de janeiro de 2026, as novas regras para ciclomotores, bicicletas elétricas e veículos autopropelidos – como patinetes, skates motorizados e até cadeiras de roda com motores elétricos passam a ser fiscalizadas.
As determinações, definidas pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) em resolução aprovada em junho de 2023, estabelecem exigência de uso documentação como a CNH e equipamentos obrigatórios para cada categoria e entrarão em vigor a partir de 1° de janeiro de 2026.
As mudanças vão impactar especialmente os ciclomotores (incluindo bicicletas motorizadas de baixa cilindrada sem exceção), que passarão a exigir a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias A ou ACC, uso do capacete e emplacamento.
Em alguns estados como o Rio de Janeiro, esses veículos também podem ser incluídos na cobrança de IPVA, conforme a regulamentação local.
A resolução do Contran também detalha como cada tipo de veículo deve ser enquadrado:
Para os veículos ciclomotores, além do registro e placa obrigatórios, os condutores também deverão apresentar a CNH na categoria A (motos) ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor).
Patinetes elétricos e bikes elétricas também estão inclusas em nova norma do ContranFoto: Divulgação/Sesp Paraná/ND
Também será exigido o uso e capacete e de roupas de proteção, seguindo os padrões já utilizados para motociclistas.
Bicicletas, bikes elétricas (até mil watts) e veículos autopropelidos não precisam de habilitação nem emplacamento, mas devem cumprir requisitos de segurança, como sinalização noturna, campainha e pneus em boas condições.
No caso dos autopropelidos, o uso de áreas destinadas aos pedestres ou ciclovias dependerá da regulamentação municipal.
Ficam fora das novas regras:
Com a fiscalização a partir de 2026 e a regra para CNH, os ciclomotores poderão ser multados nas seguintes situações:
Fonte: ND Mais