Caminhão foi interceptado em Chapecó após troca de informações entre unidades da PM
Fotos: Diego Antunes
A Polícia Militar de Santa Catarina, por meio do 2º Batalhão de Polícia Militar de Fronteira (2º BPM/Fron), apreendeu na tarde de terça-feira (5) uma carga com aproximadamente quatro toneladas de cobre suspeito de receptação no município de Chapecó, no Oeste catarinense.
A ocorrência foi registrada após uma ação integrada entre as unidades da PM de Joinville e Chapecó, que compartilharam informações sobre um caminhão que estaria se deslocando até a região Oeste para recolher fios de cobre possivelmente furtados, com destino final à cidade de Jaraguá do Sul.
Diante das informações repassadas, as equipes iniciaram o monitoramento do caminhão suspeito. O veículo foi localizado estacionado em um posto de combustível no Acesso Plínio Arlindo de Nês, no bairro Belvedere, em Chapecó.
Durante a abordagem, os policiais constataram que o caminhão transportava materiais recicláveis, incluindo grande quantidade de cobre. O condutor relatou que realiza semanalmente o trajeto pela região para coleta de materiais, afirmando que teria recolhido os itens em diferentes pontos do Oeste catarinense.
Segundo ele, a maior parte da carga possuía nota fiscal e seria composta por sucata. No entanto, ao ser questionado sobre a origem exata dos materiais, o motorista não conseguiu fornecer informações precisas sobre os locais de coleta.

Diante dos indícios de possível origem ilícita e da necessidade de verificação da documentação apresentada, os policiais decidiram encaminhar o material apreendido, o caminhão e o condutor à Central de Plantão Policial (CPP) de Chapecó.
No local, serão realizados os procedimentos legais para apuração da procedência da carga e análise das possíveis responsabilidades relacionadas ao caso.
A Polícia Militar reforça que ações de fiscalização e o compartilhamento de informações entre unidades são fundamentais no combate a crimes como furto e receptação de materiais metálicos, que causam prejuízos ao patrimônio público e privado.
Fonte: RBV