O excesso de velocidade resultou em mais de 5 milhões de multas, aumento de 137%
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 5.016 mortes em rodovias federais entre janeiro e outubro deste ano. Em média, 16 pessoas morreram por dia em 4.298 acidentes.
Esses números não incluem tragédias recentes, como o acidente em Teófilo Otoni (MG), onde 41 pessoas perderam a vida.
A colisão entre um ônibus e uma carreta na BR-136, em Teófilo Otoni, é a maior desde o início da série histórica. O acidente aconteceu no último sábado (21), resultando em 41 mortes.
A BR-101, que atravessa o Brasil de norte a sul, lidera os registros de acidentes, com 10.505 ocorrências até outubro.
A BR-116, conhecida pela extensão e tráfego intenso, aparece em segundo lugar, com 9.533 acidentes.
Outras rodovias com alto índice de ocorrências incluem a BR-040, BR-381 e BR-153.
A PRF intensificou a fiscalização em 2024, com mais de 5 milhões de multas por excesso de velocidade até outubro.
Esse número representa um aumento de 137,5% em relação ao ano anterior. Além disso, a PRF lançou campanhas educativas para motoristas e reforçou operações, incluindo uma que se estenderá até o Carnaval.
A PRF destacou os acidentes mais graves desde 2008. Além de Teófilo Otoni (MG), com 41 mortes, os registros incluem tragédias em Nova Itarana (BA), Descanso (SC), e Guarapari (ES).
A PRF reforça a importância da prudência no trânsito e do respeito às leis para evitar tragédias.
O uso do cinto de segurança, a manutenção dos veículos e a atenção aos limites de velocidade são ações fundamentais para preservar vidas.
Além disso, campanhas educativas buscam conscientizar motoristas sobre os riscos de dirigir em condições inadequadas.
Fonte: RBV Notícias