• 14 de julho de 2021

Policiais militares podem parar as atividades caso forem incluídos na Reforma da Previdência em SC

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Nesta terça-feira (13), a Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (APRASC), divulgou um comunicado através do Instagram, onde informa uma possível paralisação dos praças (Policiais e bombeiros militares que não tem patente de oficial), caso eles sejam incluídos na Reforma da Previdência em Santa Catarina.

“Quando não sobrar mais ninguém na rua, é o militar que estará lá para garantir a ordem. Exigimos respeito”, escreveu a APRASC no Instagram.

Conforme informações do jornalista Marcelo Lula, do portal ‘SC em Pauta’ e da rádio Condá FM, fontes ligadas à APRASC confirmaram a possibilidade de paralisação, caso os praças sejam incluídos na reforma. 

Segundo Lula, como a lei proíbe a greve de militares, o setor jurídico da entidade garante que há formas de reduzir a atuação dos policiais e bombeiros. 

Veja na íntegra o comunicado da APRASC:

  A APRASC compreende que a Previdência Estadual precisa ser discutida. Mas ela deve atacar privilégios e se ater a questões ainda não superadas em outros projetos, o que não envolve os praças.

Já fomos atingidos pela Reforma da Previdência Federal, em 2019, e estamos sob a regulação da Proteção Social, a mesma legislação que ampara os militares das Forças Armadas. Além disso, os militares são o braço armado do Estado, por isso já não pertencem mais ao Iprev, mas sim ao Tesouro Estadual.

Se o governo catarinense e os deputados estaduais querem uma reforma justa, precisa ter a consciência de que isso não ocorrerá atingindo a base, a linha de frente, longe de ter qualquer salário exorbitante ou benefício exagerado.

Quando não sobrar mais ninguém na rua, é o militar que estará lá para garantir a ordem. Exigimos respeito

Fonte: Rádio Vitória /CLICRDC

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