A OMS (Organização Mundial da Saúde) quer que a hanseníase deixe de ser um problema de saúde pública até 2030. Conforme a organização, o Brasil é o 2º país com maior incidência da doença no mundo, atrás apenas da Índia.
Dados preliminares do Ministério da Saúde dão conta que mais de 17 mil casos de hanseníase foram diagnosticados no Brasil em 2022. Conforme o Painel de Monitoramento de Indicadores da Hanseníase no Brasil, Santa Catarina registrou 220 casos da doença em 2022.
A OMS precisa reduzir a ocorrência da doença para menos de um caso por 10 mil habitantes em sete anos para alcançar o objetivo. Conforme a organização, isso inclui zerar a infecção, a doença, a incapacidade, o estigma e a discriminação com aqueles que são infectados.
A estratégia da organização se divide em quatro pilares: diagnóstico precoce e tratamento oportuno; prevenção de incapacidades; combate ao estigma e discriminação; e fortalecimento do sistema de saúde.
O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações, por isso ao observar os primeiros sinais e sintomas, é indispensável buscar orientação médica. No Brasil é possível realizar o teste da hanseníase pelo SUS
Fonte: Rádio Videira