• 9 de junho de 2026

Leilão da Receita tem carro por R$ 10 mil e joias Tiffany a partir de R$ 180; confira os lotes

Toyota, Onix, motocicleta elétrica e brincos da Tiffany estão entre os principais destaques do novo leilão da Receita Federal

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O leilão da Receita Federal tem um Toyota Premio 2007 com lance mínimo de R$ 10,5 milFoto: Receita Federal/Reprodução

A Receita Federal realiza neste mês um leilão eletrônico em São Paulo com mercadorias apreendidas ou abandonadas. Entre os destaques estão veículos com lances iniciais a partir de R$ 10,5 mil, joias da Tiffany por R$ 180, eletrodomésticos, eletrônicos e até máquinas agrícolas.

As propostas podem ser enviadas até as 18h desta sexta-feira (12), enquanto a sessão pública de lances está marcada para o dia 15 de junho.

Para participar, o interessado deve acessar o portal da Receita Federal, selecionar a opção “Participar de leilão eletrônico” e escolher o edital 0800100/0000008/2026, de São Paulo. Também é necessário possuir conta Gov.br com selo de confiabilidade nível prata ou ouro.

Quais são os principais lotes do leilão da Receita Federal?

Entre os veículos disponíveis, um dos destaques é um Toyota Premio prata, fabricado em 2007, com lance mínimo de R$ 10,5 mil, listado no lote 14.

O edital do leilão da Receita Federal também inclui:

  • Chevrolet Onix prata 2025 por R$ 18 mil (lote 204);
  • Van Peugeot Boxer branca 2009 por R$ 8.600 (lote 205);
  • Microônibus Mercedes-Benz prata 2011 por R$ 22 mil (lote 206);
  • Motocicleta elétrica Voltz EVS Work sem bateria por R$ 2.900 (lote 63);
  • Patinete elétrico por R$ 1.200 (lote 95).

Na categoria de máquinas e equipamentos, uma colheitadeira John Deere usada, fabricada em 2008 nos Estados Unidos, está disponível com valor inicial de R$ 90 mil no lote 77. Joias, eletrodomésticos e eletrônicos também estão disponíveis

Além dos veículos, o leilão oferece itens de menor valor. Um dos produtos que mais chama atenção é um par de brincos de prata da Tiffany, com lance mínimo de R$ 180, no lote 96.

Outro destaque é o lote 183, que reúne:

  • dois micro-ondas;
  • duas cafeteiras;
  • duas air fryers;
  • uma fritadeira.

O conjunto tem valor inicial de R$ 800.

O leilão também oferece computadores, tablets, smartwatches e peças para celularesFoto: Receita Federal/ReproduçãoO leilão também oferece computadores, tablets, smartwatches e peças para celularesFoto: Receita Federal/Reprodução

Também há um aspirador de pó da Nilfisk por R$ 650, além de lotes com computadores, tablets, smartwatches, impressoras, monitores, projetores, câmeras, caixas de som, instrumentos musicais, brinquedos, ferramentas, artigos de pesca, peças para celulares e materiais industriais.

Quem pode participar do leilão da Receita Federal?

O leilão da Receita Federal é aberto para pessoas físicas e jurídicas, mas existem regras específicas.

Para pessoas físicas, é necessário:

  • ter mais de 18 anos ou ser emancipado;
  • possuir CPF regular;
  • ter conta Gov.br com selo prata ou ouro.

As empresas precisam ter CNPJ regular e também possuir selo de confiabilidade prata ou ouro no Gov.br.

Segundo o edital, pessoas físicas podem apresentar propostas apenas para determinados lotes, entre eles os de números 14, 63, 95 e 96. Além disso, alguns bens têm restrições. Os lotes 15 a 20, por exemplo, não poderão ser revendidos, mesmo quando adquiridos por empresas.

Como visitar os produtos antes do leilão?

As mercadorias do leilão da Receita Federal podem ser vistoriadas mediante agendamento até quinta-feira (11). Os produtos estão distribuídos em unidades localizadas nas cidades de São Paulo, Barueri, Santo André, São Bernardo do Campo, Campinas, Santos, Guarujá, Sorocaba, Taubaté, Araraquara e Bauru.

Neste ano, a Receita Federal também passou a exigir uma confirmação adicional quando uma proposta ultrapassa dez vezes o valor de avaliação do lote. Caso o licitante não confirme a oferta dentro do prazo estabelecido, o lance será automaticamente desclassificado. A medida busca reduzir propostas sem intenção de pagamento e agilizar a conclusão dos leilões.

Fonte: ND Mais

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