O CDESS (Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), mais conhecido como Conselhão, é composto por 60% de homens. Em um total de 246 integrantes, os homens são maioria, com 147 pessoas, enquanto as mulheres têm 99 participantes (40%).
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu a proporção que havia prometido para que o conselho pudesse ter maior igualdade de gênero. As informações são do site Poder360.
O grupo reúne convidados de vários setores da sociedade. Veja a lista completa de nomes que integram o Conselhão. Entre as mulheres estão nomes como:
Também está no Conselhão a presidente da Antra (Associação Nacional de Travesti e Transexuais), Keila Simpson Sousa, que se identifica como travesti.
Entre os homens estão figuras como:
No dia 24 de março, Lula recriou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, que deve funcionar como espaço de diálogo entre o governo federal e a sociedade.
O Conselhão, criado por Lula em seu primeiro mandato, entre 2003 e 2006, foi extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2019. A medida havia sido anunciada pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em 2 de janeiro.
O colegiado faz parte do Ministério das Relações Institucionais e tem Paulo Pereira, como secretário-executivo do Conselhão.
Eis abaixo quais são as atribuições do Conselhão:
Na noite da última quarta-feira (3), os integrantes do Conselhão se reuniram em um jantar com cerca de 100 pessoas. O encontro foi organizado por pelo advogado e coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho, e realizado na casa do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, no Lago Sul, bairro de Brasília.
Segundo os participantes, o encontro serviu como aquecimento para os debates que serão feitos no conselho e para que os integrantes pudessem se conhecer.
Na manhã desta quinta-feira (4), os integrantes se reuniram pela primeira vez com Lula. Cerca de 10 participantes do grupo discursaram além do presidente.
Na ocasião, todos tiveram três minutos para apresentar suas ideias e miraram críticas em juros altos, desigualdade social e crescimento da pobreza no país.
Fonte: ND Mais