A economia brasileira já deixou para trás o período mais difícil da pandemia de covid-19. A rápida retomada das atividades, especialmente no setor de serviços, explica a previsão de um PIB entre 2,6% e 2,7% no ano de 2022.
Com isso, o Brasil conta agora com estimativa superior à das economias avançadas (2,4%), dos Estados Unidos (1,6%), da Alemanha (1,5%), da França (2,5%) e do Japão (1,7%).
A projeção é do Fundo Monetário Internacional e mostra que o desempenho da economia brasileira neste ano também fica acima dos índices estimados para vizinhos sul-americanos como Chile (2,0%), Paraguai (0,2%) e Peru (2,7%).
O desemprego, por sua vez, teve a maior queda no último ano entre as 40 principais economias do mundo, para o patamar de 8,9% em setembro.
A inflação, que chegou, no acumulado de doze meses, a ficar entre as maiores do mundo ao fim do primeiro semestre, reverteu o curso é o IPCA registrou deflação por três meses seguidos, de julho a setembro. Está agora em 7,1%, abaixo dos últimos dados da União Europeia e Estados Unidos.
Economista explica atual momento da economia brasileira
O Brasil registra forte crescimento da atividade econômica e vários índices registram deflação. O economista-chefe da Federação das Indústrias de SC, Pablo Bittencourt, explica porque o indicador de prévia do PIB Brasil cresce mais de 2 vezes o esperado.
Pablo Bittencourt fala também sobre os índices que registram deflação.
OBS: A análise do economista foi divulgada pela FIESC em 19 de setembro.
Fonte: Rádio Videira