Vereador de Criciúma, no Sul de SC, Valmir Dagostin (Progressistas) levou uma espiga de milho para a sessão ordinária desta segunda-feira (6) em forma de protesto
Vereador de Criciúma, no Sul de SC, Valmir Dagostin (Progressistas) levou uma espiga de milho para a sessão ordinária desta segunda-feira (6) em forma de protestoFoto: Divulgação/Câmara de Vereadores/ND Mais
Uma cena inusitada agitou a Câmara de Vereadores de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, durante uma sessão ordinária, realizada na segunda-feira (6). O vereador Valmir Dagostin (Progressistas), o Miri, levou uma espiga de milho à tribuna como forma de protesto sobre verbas prometidas pelo governo do estado que nunca chegaram ao município.
O comentário do parlamentar apontou que toda a população criciumense foi enganada pelo governador Jorginho Mello (PL). Segundo ele, a única utilidade do “milhão” prometido pelo estado é “fazer uma polenta”.
Vereador de Criciúma, no Sul de SC, Valmir Dagostin (Progressistas) levou uma espiga de milho para a sessão ordinária desta segunda-feira (6) em forma de protestoVídeo: Divulgação/Câmara de Vereadores/ND Mais
Miri comentou sobre duas obras para as quais o governo do estado havia prometido verbas. “A rua Liberato Pavei e a Juscelino Martinhago Teixeira fazem seis mandatos que não conseguimos realizar. Os elevados que nos haviam prometido também não vieram. Ficamos um pouco decepcionados”, disse.
Dagostin ainda apontou que o vereador Ademir José Honorato (PL) costumava viajar à Florianópolis e voltar com acordos de convênios fechados. “O vereador Ademir chegava aqui e falava que tinha trazido mais R$ 1 milhão. Hoje pela manhã, recebi um presente de um colega”, afirmou enquanto mostrava a espiga de milho.
Ainda durante a sessão, Honorato afirmou que Criciúma já recebeu em projetos e convênios mais de R$ 200 milhões durante este mandato. “Já trouxe muito, vai vir muito. Já está assinado, só não foi dado o start inicial”, apontou.
O ND Mais procurou o governo do estado sobre as afirmações feitas pelo vereador. No entanto, até o momento da publicação desta matéria, ainda não houve resposta. O espaço para manifestação segue em aberto.
Fonte: ND Mais