• 23 de junho de 2026

Falso líder espiritual é preso em Santa Catarina por suspeita de estupro de vulnerável

Investigação aponta que suspeito utilizava supostos trabalhos espirituais para conquistar a confiança das vítimas

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Foto: PCSC/Divulgação

Um homem apontado pela Polícia Civil como falso líder espiritual foi preso na tarde desta segunda-feira (22), em São Francisco do Sul, no Litoral Norte de Santa Catarina. Ele é investigado por suspeita de envolvimento em crimes de estupro de vulnerável e teria feito ao menos duas vítimas, segundo as apurações.

A prisão foi realizada por equipes da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI), com apoio da Operação Divisas. A ação é resultado de uma investigação que começou ainda no segundo semestre de 2025 e reuniu elementos que levaram ao cumprimento da medida judicial.

Supostas sessões espirituais eram usadas para aproximar vítimas

De acordo com a Polícia Civil, o investigado se apresentava como líder espiritual e oferecia supostos trabalhos e atendimentos religiosos. A estratégia, segundo os investigadores, era utilizada para criar vínculos de confiança com as vítimas.

Com o passar do tempo, a relação entre o suspeito e as pessoas atendidas teria se tornado mais próxima. Conforme a investigação, durante as supostas sessões espirituais, as abordagens teriam evoluído até resultar nos crimes que estão sendo apurados pelas autoridades.

Os detalhes dos fatos não foram divulgados pela polícia para preservar a identidade das vítimas e garantir o andamento das investigações.

Polícia continua apuração do caso

Segundo a Polícia Civil, o homem é investigado por estupro de vulnerável envolvendo pelo menos duas vítimas. No entanto, os investigadores não descartam a possibilidade de surgirem novos relatos à medida que o caso avance.

As autoridades seguem reunindo informações e ouvindo testemunhas para esclarecer todas as circunstâncias dos crimes. A investigação também busca identificar se houve outras pessoas lesadas pelo suspeito durante o período em que ele atuava como suposto líder espiritual.

A Polícia Civil reforça que vítimas ou pessoas que tenham informações relacionadas ao caso podem procurar as autoridades para colaborar com as investigações.

O caso segue sob sigilo para proteger os envolvidos e garantir a continuidade dos trabalhos policiais.

Fonte: RBV

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