• 12 de março de 2026

Casos de Mpox no Brasil chegam a 140 em 2026; SC registra confirmações

Veja os estados e o número de casos

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Foto: Shutterstock

O Ministério da Saúde atualizou nesta segunda-feira (9) os números de Mpox no Brasil. Desde o início de 2026, o país registrou 140 casos confirmados, sem mortes até o momento. Além disso, há 539 casos suspeitos e 9 considerados prováveis, mostrando que a vigilância sobre a doença continua sendo fundamental para evitar a propagação.

De acordo com os dados oficiais, em janeiro, foram contabilizados 68 casos confirmados e prováveis; em fevereiro, o número subiu para 70; e em março, até agora, foram 11 casos.

O estado com maior incidência é São Paulo, com 93 confirmações, seguido de

  • Rio de Janeiro – 18 casos
  • Rondônia – 11 casos
  • Minas Gerais – 11 casos
  • Rio Grande do Norte – 3 casos
  • Rio Grande do Sul – 3 casos
  • Santa Catarina – 3 casos
  • Paraná – 2 casos
  • Amapá – 1 caso
  • Ceará – 1 caso
  • Distrito Federal – 1 caso
  • Sergipe – 1 caso

O que é a Mpox e como se transmite

A Mpox é uma doença viral zoonótica, do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais silvestres portadores do vírus.

Os principais sinais e sintomas incluem erupções cutâneas ou lesões na pele, linfonodos inchados, febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza.

Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis devem procurar imediatamente uma unidade de saúde e evitar contato próximo com outras pessoas, para reduzir o risco de contágio e ajudar na contenção da doença.

Casos de Mpox no Brasil chegam a 140 em 2026; SC registra confirmações
Foto: Reprodução

Atenção especial em São Paulo e grandes centros

Especialistas alertam que estados com maior número de casos, especialmente São Paulo e Rio de Janeiro, devem intensificar as medidas de monitoramento e orientação à população.

A rápida detecção de novos casos é essencial para evitar surtos maiores, reforçando a importância da vigilância epidemiológica em todo o país.

Fonte: RBV

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